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Futebol, política, diversão e arte!

Não se trata de insanidade do brasileiro tal como se refere a mensagem nas redes sociais,  mas me parece também um equívoco,  transferir responsabilidades por um tal fracasso do pais para o futebol ou para pessoas do meio.  A situação de fracasso de um país, não pode ser tão simplista assim. Mais do que culpar é preciso no entanto perceber, que existem relações de causalidades envolvidas, sejam quais forem as dimensões desse fracasso. Instituições, ideologias, paixões, opções políticas e economicas afetam muito fortemente muitas nações que se colocam diante de eventos de âmbito internacional.

Além disso, o que temos hoje, segundo alguns críticos, não é mais o futebol arte de tempos atrás.

A história de nosso futebol não é longa, de Charles Miller 1894 aos dias de hoje. Equivale a 1/5 de nossa história. Ou seja a maior parte de nossa história é uma história de dependência colonial.

Saudades das crônicas de Nelson Rodrigues.
Quem se lembra das narrativas futebolística que antecedia as sessões principais de cinema?
Adorava aquela introdução. Alí, em minha adolescência conheci cinema. Havia um único cinema em Abaeté – MG. Uma única sala. Em meados da década de 70. Hoje não existe mais. Já na década de 1980 o espaço transformou-se em uma igreja evangélica.

Não podemos dizer que o futebol seja a única coisa na qual “somos superiores no mundo inteiro”! Eu gostaria e preferiria dizer “em que somos melhores”. A necessidade de um povo de se auto explicar de descrever sua identidade leva à idéia de superioridade (nacional, religiosa, racial, de gênero, etc.). Desde muito antes de Gilberto Freire, e depois dele, essa busca de identidade, causou dores e sofrimento a muita gente.

Não torcer pode até ser um ato de protesto contra o poder altamente concentrador da mídia no Brasil. Sabemos, ainda que em parte, uma vez que nem tudo é divulgado, quanto se ganha, quem ganha e quem perde com o futebol. Tanto em termos financeiros e esportivos, quanto culturais e artísticos.
Sabemos o custo e a capacidade de influência do nosso sistema midiático e o quanto ele é concentrador de opinião.

Sabemos também, o quanto esse sistema midiático está comprometido com a formação da opinião pública e o quanto tem sido historicamente indutor de comportamentos sociais que favorecem a implantação de políticas que nós não escolhemos. No mais das vezes,  políticas subordinadas.

Isso por si já seria suficiente para questionarmos nossos sistemas de escolhas ditos democráticos.
O futebol talvez seja em certos níveis, até mais democrático que nosso sistema político.

No entanto, hoje, ambos são instâncias de poder, político e econômico.

E o futebol, a forma como ele é praticado inicialmente e a forma como ele é apropriado posteriormente pelo sistema econômico é ótimo pretexto para conhecermos e discutirmos as desigualdades sociais de nosso povo e nossa própria identidade. No

Imagino que a seleção é escolhida pela técnica, pela habilidade de seus jogadores, pela idade, preparo físico e potencial de desenvolvimento e desempenho. Nisso também entra uma previsão de retorno de investimentos diversos.

“O filho do prefeito eleito por um pouco de gasolina” ou “o primo do deputado que prometeu emprego”, ambas as citações presentes no comentário acima, podem sim estar lá. Engordando suas contas bancárias e fazendo conchavos com os operadores das máfias dos clubes.

Nem chegaram ao poder pela via democrática, porque compraram ou barganharam o voto do eleitor, corrompendo-o e comprando barato o poder, para usar com o seu malcaratismo, em benefício próprio. Isso não é democracia. Isso é abuso de poder.

Nem os jogadores da seleção chegaram lá a partir de um esforço pessoal simplista. Ou por uma meritocracia liberal. Houve muito empenho e dedicação, tanto do aspirante a jogador quanto de seus familiares. Até que ele passasse a ser visto pelos olheiros do futebol, à caça de craques em potencial, muita água rolou embaixo dessa ponte.

Poderíamos ser sim um país de campeões, de craques, poderíamos ser os melhores do mundo. Se houvesse mais preocupação com equidade e justiça social. Mas principalmente, com a liberdade de pensamento, com a pluralidade midiática.
Quem sabe o seremos? !

Os filmes citados no artigo de Vitor Graize “O cinema brasileiro e o futebol” publicado no site da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES e também no Caderno Pensar, do jornal A Gazeta, em 21 de novembro de 2015, mostram muitos aspectos relacionados. Vale a pena ver.

Uma outra fonte de reflexão muito importante é o filme Dedo na Ferida de Silvio Tendler.  Mostra bem o cenário dramático destes novos tempos. Não se trata de futebol, mas é um documentário riquíssimo de nossa atualidade. Vale ver também o debate com Silvio Tendler no Voz Ativa, o qual mostra como um dos grandes cineastas da América Latina faz um cinema engajado no mundo.

Wilson Geraldo de Oliveira.

OVNIs – Um Eterno Quebra-Cabeças?

Wilson G. de Oliveira

O monitoramento das instituições terrestres, religiões, governos, forças armadas, ciências, etc. por inteligências alienígenas é uma hipótese absurda  para o pensamento científico. Partindo da problemática ufológica, muito poucas hipóteses não o são. Além disso, a idéia de monitorar pode soar muito apropriada a regimes totalitários, o que torna o assunto assustador. Continue lendo OVNIs – Um Eterno Quebra-Cabeças?

COLETA DE DADOS EM UFOLOGIA

Autor: Paccelli M. Zahler

  1. INTRODUÇÃO

No âmbito da Ufologia, existem relatos em que os discos-voadores, ao alçarem vôo de uma determinada área, deixam marcas, fragmentos de metal e um circulo no solo com queimadura na vegetação.

Deparando-se com um desses casos, o ufólogo deve estar preparado para coletar amostras representativas do fenômeno, uma vez que este é único e não se repete da mesma forma no mesmo local. Continue lendo COLETA DE DADOS EM UFOLOGIA

Tabela de cores

Utilidades

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Conversão de cores E-Paint

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Os valores L * a * b * (juntamente com os correspondentes HLC, RGB e CYMK) são baseados em várias medições usando luz D65 com um observador padrão de acordo com CIE 1964. Eles não são necessariamente os números L * a * b * pretendidos por qualquer padrão e, portanto, deve ser usado apenas como um guia.

As cores descritas são também apenas para orientação. A cor exibida dependerá do monitor, do navegador e do ângulo da tela, e as cores metálicas ou peroladas não poderão ser exibidas adequadamente. A cor finalizada, portanto, pode não ser como mostrada aqui.

O sistema de conversão sRGS usado é IEC 61966: 2-1 D50 adaptado que pode diferir de outras conversões.

CURSO LIVRE “O GOLPE DE 2016 E A EDUCAÇÃO NO BRASIL”

CURSO LIVRE “O GOLPE DE 2016 E A EDUCAÇÃO NO BRASIL”

Transmissão ao vivo todas as quintas-feiras das 17h às 19h pelo Coletivo Socializando Saberes:  http://tv.socializandosaberes.net.br/

PROGRAMAÇÃO

Ementa

O curso inspira-se em disciplina oferecida na Universidade de Brasília pelos docentes Luis Felipe Miguel e Karina Damous Duailibe, reconhecendo a importância desta iniciativa. Contrários às iniciativas em andamento de liquidar com a autonomia universitária e a liberdade de pesquisa e ensino crítico na universidade, o curso tem por objetivo analisar o contexto histórico do golpe de Estado no Brasil, entendido como mecanismo de manutenção e controle do Estado pela elite dominante, focando particularmente no Golpe de 2016 e seus desdobramentos no processo de sucateamento da educação estatal (pública) brasileira. Continue lendo CURSO LIVRE “O GOLPE DE 2016 E A EDUCAÇÃO NO BRASIL”

Governança Local – quando será?

O povo brasileiro tem levado a pior nas suas escolhas políticas. Raramente tem conseguido, que  os governo que escolheram nas urnas, voltem o olhar para as suas fragilidades.  Em grande parte, levam a pior por não acreditar na sua capacidade de produzir uma alternativa àquela que lhes “apresentam” o universo midiático. Os marqueteiros, nos fugazes momentos de eleições. Continue lendo Governança Local – quando será?

Leia livros

Passamos de 1.700 livros! Agora já são mais de 19 GB de marxismo para baixar de graça e ler.

Adolfo Sánchez Vázquez – http://goo.gl/1DFmCS
Alain Badiou – http://goo.gl/gwJVGZ
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Alexandra Kollontai – http://goo.gl/JBLYhr
Andre Gunder Frank – https://goo.gl/KFgvBI
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Bolívar Echeverría – http://goo.gl/lUuQgf
Caio Prado Jr. – http://goo.gl/ZHMYdm
Carlos Nelson Coutinho – http://goo.gl/UmdgGh
Che Guevara – http://goo.gl/YEh4me
Congressos da Internacional Comunista –http://goo.gl/pem8pt
Daniel Bensaïd – http://goo.gl/OSMla3
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Fidel Castro – http://goo.gl/pjrxh6
Florestan Fernandes – http://goo.gl/mZsebg
Fredric Jameson – http://goo.gl/lZVSGC
Guillermo Lora – https://goo.gl/okmpaV
György Lukács – http://goo.gl/9FMYCm
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Heleieth Saffioti – https://goo.gl/SPdzqO
Henri Lefebvre – http://goo.gl/HD1HDc
Herbert Marcuse – http://goo.gl/Px1Zij
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István Mészáros – http://goo.gl/afiVQ6
Jean-Paul Sartre – http://goo.gl/sMKS5U
João Bernardo – http://goo.gl/0IGAOX
José Martí – http://goo.gl/uAvaUW
José Paulo Netto – http://goo.gl/oVXiG9
Leandro Konder – http://goo.gl/1skAkm
Lenin – http://goo.gl/fR4vGu
Louis Althusser – http://goo.gl/oN57gg
Mao Tse-Tung – http://goo.gl/8G19Zx
Marx e Engels – http://goo.gl/3M5Yeg
Michael Löwy – http://goo.gl/26dJVL
Milton Santos – http://goo.gl/xcqJLD
Nelson Werneck Sodré – https://goo.gl/WM3riS
Nicos Poulantzas – http://goo.gl/UmSans
Paulo Freire – http://goo.gl/B1PLTh
Perry Anderson – http://goo.gl/LEsbKq
Raymond Williams – http://goo.gl/jS5HXi
Ricardo Antunes – https://goo.gl/3k1E3N
Rosa Luxemburgo – http://goo.gl/wOCcDv
Ruy Mauro Marini – http://goo.gl/jBTrGn
Simone de Beauvoir – https://goo.gl/8D2P6H
Slavoj Žižek – http://goo.gl/6VnnRY
Stalin – http://goo.gl/dlb1lE
Terry Eagleton – http://goo.gl/Yx4OrX
Theodor Adorno – http://goo.gl/ot9rMP
Theotônio dos Santos – http://goo.gl/9aZaOj
Trotsky – http://goo.gl/Z0NMf7
Vânia Bambirra – http://goo.gl/sFhFq4
Walter Benjamin – http://goo.gl/mgXFky